Tudo começou na pandemia. Não poder sair de casa, não poder ver os amigos trouxe a desinibição: começou a postar vídeos seus conversando sobre o dia a dia, conversando com a câmera do celular. Um ou outro trouxe alguma notoriedade e um dia, tendo postado um vídeo, dançando de cueca samba-canção acabou por viralizar. Milhares, milhões de acessos. Todo mundo elogiando seu corpo, seu gingado, seu sorriso fácil. Comentários picantes sobre a cueca, o que estaria por detrás dela fizeram-no corar, pensou na mãe lendo aquilo, no pai, nos irmãos. De fato, a crítica veio, pensou em tirar o vídeo do ar, mas eram milhares de repostagens. Um amigo mostrou que outras contas haviam feito cópias desautorizadas, postadas no exterior, de repente ficou famoso. No outro dia, postou um vídeo tomando café da manhã e sorrindo, novamente milhares de acessos. Perdeu a vergonha totalmente, passou a postar diariamente: vídeo de si se exercitando, vídeo de si tomando vacina, vídeo de si saindo do confinamento, vídeo de si correndo no calçadão, vídeo de si fazendo de um tudo. Mas os sucesso mesmo eram dos vídeos de cueca, dançando, andando pela casa, acordando só com a parte de baixo do pijama. Transformara-se numa celebridade instantânea.
Acabara-se a pandemia e o sucesso dos seus vídeos era grande. Faltava um pouco de tempo, pois voltara ao trabalho presencial, era arquiteto num escritório. Voltou à rotina, ao contato com os clientes, mas logo optou por fazer parte do trabalho em casa: quis ir uma ou duas vezes apenas por semana no trabalho. Faria todo o resto de seu escritório. Em casa teria mais tempo, poderia ficar em trajes menores, uma ida ao banheiro, uma ida à cozinha, trinta segundos de vídeo, uma dancinha aqui e ali e logo milhares e milhares de acessos aconteceriam daqueles pequenos retalhos de uma vida que parecia ser o desejo de todo mundo: doméstica, num apartamento lindo, cuidando de um gato e um cachorro lindos, sozinho num lar desejado por todos: piso de porcelanato, paredes bem decoradas, cozinha cheia de eletrodomésticos.

Imagem de Robert Cheaib por Pixabay
E ele? Vestia o que tinha de melhor: sua pele acastanhada, bonita, com ou sem filtros. Começou a gravar seus banhos, sua rotina de limpeza de pele, seu café da manhã, seu almoço, logo vieram o assédio de marcas, representou algumas, mas não tinha tanta coisa a mostrar assim. Seu sorriso, seu torso seminu, as imagens de cueca ou bermudas curtíssimas treinando na academia vazia do condomínio, pois tinha o “privilégio” de trabalhar de casa o tempo todo. O dinheiro das publicidades, a monetização inevitável da sua conta numa rede famosa permitiram se afastar um pouco dos compromissos do escritório. De repente, o sócio majoritário o chama para uma reunião sobre a sua participação nos projetos e lucros: praticamente um ultimato para ele desistir da sociedade e ceder o lugar a outro arquiteto menos bonito, menos popular nas redes sociais, mas extremamente talentoso e produtivo. Até certo ponto, ter um famosinho na equipe, uma subcelebridade era bom. Mas os projetos se acumulavam, os compromissos do escritório exigiam alguém um pouco mais disponível. Ele que fosse feliz, fazendo publis, collabs e outros termos para toda aquela exposição midiática.
Quitou o apartamento com um contrato com uma marca famosa. Passava o dia inteiro em reuniões com um escritório que agregava o “passe” de outros tantos influenciadores, cantores, modelos e famosos. E ele era o quê? Era um modelo, dançarino, microator, não sabia. Ele apenas ligava a câmera frontal de seu celular, agora um modelo caríssimo de ponta da marca mais desejada. Nem pagara por aquele aparelho, grátis, isso mesmo, como forma de presente de boas vindas naquele escritório de marcas criativas que cuidava agora de uma agenda que incluía um roteirista, várias aparições em vídeos de outros tantos influenciadores de diversas idades, mas raramente acima dos trinta. E ele tinha trinta e tantos. Mas aparentava ser mais jovem. Era solteiro e estava sempre cheio de amigos e abraçando meninos e meninas lindos em festas mil. Tinha o corpo cuidadíssimo: procedimentos de beleza feitos em uma ou outra “permuta”, descontos mil em roupas, calçados e outras tantas coisas que ganhava para divulgar no seu canal. Fez lentes de contato nos dentes, branquíssimos, o que fez com que uma marca de creme dental e produtos de higiene bucal quisesse uma publicidade. Ele era um rosto bonito, popular. No escritório que agora monitorava sua rotina de sono, participação em festas e possíveis reality shows: ”Farofa de não sei quem”, “Bailão de não sei quem”, “A Casa de fulano”, “Rancho do sicrano”. Um dos influencers do grupo foi convidado para fazer ponta numa novela. Outra, jovenzinha, foi chamada para um reality show muito grande, de uma emissora muito grande. Percebeu ali que sua conquista não resistiria a tanta juventude como concorrência. Seu sucesso parecia estabelecido ao longo de meses e da formação de um público. Mas ele tinha uma limitação: já se aproximava da meia-idade. Os trinta e tantos anos pesavam um pouco. Outro peso era o mercado desse tipo de exposição. Influencers tendiam a fazer um sucesso estrondoso com crianças, adolescentes e jovens dez anos mais novos que ele. Seu conteúdo não parecia mais tão relevante frente a novos dançarinos, atores-mirins, cantores e corpos mais bonitos e mais novos.
Precisou encarar uma outra reunião, dessa vez cedendo espaço a uma dupla sertaneja que viralizou cantando sobre ir a praia, cantar garotas à moda machista e encher a cara. Resolveu retomar a carreira de arquiteto, havia projetos que poderia continuar, proposta de trabalho que poderia abraçar. Resolveu entrar numa pós. Voltar a estudar. Desenhava muito e tinha até bastante conteúdo para postar como artista visual que sempre desejara ser. Poderia até tentar um novo nicho na produção de vídeos para a Internet. Diziam que conteúdo artístico era relaxante e engajador. Porém, sonhar era difícil depois de todo aquele momento de exposição que já passara de dois anos. E como essses dois anos voaram na frente de seus olhos. Parece que não sabia mais como ser arquiteto, como viver uma vida normal e com rotina. Ele mesmo havia se esquecido de seus sonhos antes de se tornar quase famoso. Mas teria de retornar à realidade. De fato começou um retrocesso, uma readaptação à ideia de que a fama se findava. E não poderia reclamar, pois tivera bem mais do que os quinze minutos profetizados por Andy Warhol. Por sorte havia guardado muito do que ganhara. E ganhara coisas demais, tinha muitos presentes que jamais usara ou usaria, acumulados em seu apartamento. Com ajuda de uma amiga, começou a vender online uma série de produtos ganhados e armazenados num quarto. Eram roupas, uns celulares ainda atuais, produtos de beleza, tinha até caixas de creme dental, xampus e sabonetes. Perecíveis. Comida embalada. Alguns eletrodomésticos. A ideia foi fazer uma live. E isso deu certo. Parte da renda foi para uma instituição de caridade, que ganhou também uma série de itens que jamais seriam vendidos, outros tantos próximos da data de vencimento. Ficou feliz com aquilo e a live lhe devolvera uma certa notoriedade. Muitos influencers fizeram o mesmo, uma rede de solidariedade passou a levar sua marca, seu usuário nas redes sociais a experienciar uma visibilidade maior.
Por umas semanas, experimentou o auge do seu sucesso do fim da pandemia. Parecia que estava em 2022 novamente. Mas a vida e suas urgências retornaram-no à realidade. Havia, de fato, que se dedicar a um ou outro projeto já contratado pelo antigo escritório de arquitetura. Não tinha lá o lugar de antes, mas havia uma demanda em que se encaixaria perfeitamente. Não poderia deixar de entregar o projeto dentro do prazo. Afastado do escritório que gerenciava sua imagem, por falta de interesse em renovar o contrato de ambos os lados, não teria todo o tempo do mundo para recomeçar do zero. Além disso: o óbvio. Trinta e quatro anos e meio. Uns fios brancos na barba. Apesar do corpo em forma, da beleza do corpo e do rosto, como disputar com tantas outras novidades? A internet era uma torrente de novidades melhores em corpo, rosto e até conteúdo. Sentia-se medíocre, pois não produzia nada além de belos sorrisos e fotos de cueca.
Então a vida voltou a se acomodar. Os projetos foram entregues. O serviço rareou novamente. Um aqui, outro ali. Aceitou um emprego mais ou menos, com salário inferior aos seus ganhos anteriores, mas pagava as contas. Sentia um pouco da falta daqueles comentários, dos vídeos, do frisson causado pelo excesso de notificações em seu aparelho. Foi quando abriu o primeiro vídeo a viralizar, postado há anos, cujo link mantinha anotado. Até aquele momento, comentários surgiam, todos hipersexualizados: homens, mulheres, todos comentando detalhes extremamente ousados. Pornográficos. Foi então que a ideia surgiu. Primeiro ali, pelas beiradas do consciente. Não queria levar aquilo a sério. Mas veio como oportunidade. Não havia como ter certeza de que ganharia dinheiro com aquilo, mas o bichinho da curiosidade acabou tocando profundamente seu ser. Fez um teste. Postou conteúdo corriqueiro na sua linha do tempo. As pessoas comentaram muito. A maioria delas comentários picantes, elogiando seu corpo, sua foto de cueca. Poderia dar certo. Talvez. Resolveu tentar algo menos agressivo, primeiramente. Abriu um grupo mais restrito e postou umas fotos mais ousadas, de nudez quase total. O interesse foi imediato. Não pensou muito depois disso. Abriu uma conta numa dessas plataformas de conteúdo online, cobrando um preço dentro da média de outros tantos. O interesse foi menor, mas real. No primeiro mês, cobrando mensalidade para fotos feitas de qualquer jeito, lucrou, em média, um terço do que ganhava como trabalhador assalariado. Um terço do seu salário atual era pouco, mas era considerável. Continuou produzindo conteúdo sozinho. Achava difícil produzir fotos boas. Os seus assinantes pediam vídeos mais ousados, tentou atender ao pedido e, depois de dias tentanto fazer algo bom, subiu o primeiro vídeo em que se expunha em um ato sexual solitário. Quebrara aquela barreira. O sucesso foi grande e, no mês seguinte, ganhou praticamente o mesmo valor do salário com seu conteúdo que já contava com fotos quase diárias e vídeos semanais.

Imagem de Tobias Albers-Heinemann por Pixabay
De repende, a vida mudou de novo. Tudo parecia bem, até que a mãe lhe procurou para conversar. Na primeira vez que entrou na casa de seus pais depois de expor seu corpo e intimidades sexuais de maneira tão explícita, enfrentou um verdadeiro tribunal de causas realmente moralistas. Evitou o confronto e ouviu calado uma reprimenda, o choro da mãe, de família tradicional, o desespero do pai ao questionar sua sexualidade a partir do público que consumiria seu produto. Estava produzindo pornografia. Era igual ir para a rua se oferecer como garoto de programa. E a sua vida profissional? E seus sonhos? Teria uma família, filhos? Isso tudo reacendeu uma discussão entalada na garganta dos pais. Por que ele não tinha namorada? Por que vivia sozinho? Por que, desde a adolescência, tinha pouca companhia? Seus namoros com meninas duravam tão pouco que nem tinham impacto na forma como socializava com a família. Não ia a igrejas, embora gostasse de festas, bares, boates. Sempre voltava para casa sozinho. Nunca estava só, mas nunca estava a dois. Muitos questionaram se era gay, bi, se era solteirão inveterado. Tinha dois irmãos e uma irmã, todos casados e com filhos pequenos. Um dia eles saberiam dessa opção do tio pela pornografia, pela “produção de conteúdo erótico”. Saiu da casa dos pais com a cabeça cheia, atormentado pela ideia de que eles poderiam, inclusive, ter visto os vídeos. Ficou uma semana deprimido em casa, trabalhando, meio adoentado. Fez uma revisão completa nos acessos, nos assinantes. Muitos perfis obscuros. Será que um daqueles ali era o pai, ou um dos irmãos, ou a irmã? Ou um primo, mesmo que distante. Ou um dos tios ou tias idosos?
Resolveu perseverar. Abordado por um colega que também “produzia conteúdo” sugeriu uma “colab”, dessa vez com um “l” mesmo. O vídeo subiria para a plataforma de ambos. Isso escancararia tudo de uma vez, exporia suas questões de sexualidade que evitava desde a adolescência. Não que fosse gay. Não que não fosse. Sempre que quis experimentar algo, experimentou de boa. Essa fase de digital influencer permitiu a ele beijar muitas bocas, ter acesso a muitos corpos, garotos e garotas que entraram e saíram rapidamente da vida dele. Não comentava isso com a família, nem com amigos próximos. Todo mundo percebia, mas ninguém queria discutir. Essa era a sua vida de sempre: trabalho, diversão, amigos, depois a internet e seus momentos de fama e diversão que viraram uma profissão momentânea. Era uma vida ocupada que, oficialmente, não tinha espaço para mais um, a não ser que fosse um convidado especial para momentos específicos. Ser solteiro não parecia uma escolha tão difícil, nem mesmo uma escolha tão consciente. O tempo foi passando. A garota certa nunca chegou. O garoto certo nunca apareceu e ele foi simplesmente vivendo, sobrevivendo. E agora estava ali, numa encruzilhada. Exporia a sua sexualidade? Expôs. Em menos de um mês, um vídeo com um garoto, uma coisa mais suave, sem roteiro predefinido, sem ato sexual com penetração. Depois um vídeo com garota. Depois desses dois vídeos, só faltava a prova final: entrar de cabeça erguida num evento de família. Escolheu a Ceia de Natal daquele ano, feita em conjunto com os tios e tias por parte de mãe. Chegou de cabeça erguida, distribuindo sorrisos e evitando olhares. Muitos nem cumprimentaram-no.
Foi uma tortura desnecessária e rápida. Saiu dali antes de ter de encarar uma discussão mais séria. Sua mãe, a única que conversou com ele, falou como se os dois estivessem o dia inteiro trabalhando juntos: o respondia de maneira automática, fria, monótona. Um ou outro primo conversou com ele. Dos três irmãos, a irmã não comparecera, porque ia a uma festa da família do marido. Os dois irmãos o trataram com certa indiferença, com pouca conversa, demonstrando desconforto. Pois bem. Terminou a noite aceitando um convite de um dos parceiros de vídeo, numa festa em que conheceu mais gente do ramo. Estava, talvez, em casa. Não ficaria mais sozinho, decidiu. Era uma escolha difícil, mas rompera um limite que lhe custara muito. Agora era continuar. Natais em família poderiam ser dispensados. Os lucros da plataforma cresciam e já não eram mera complementação de renda. Seu trabalho como arquiteto já não existia. Pensava seriamente em se demitir do órgão onde trabalhava, já que fazia quase todo o trabalho de casa mesmo. Mas tinha que se garantir para o futuro. Um futuro incerto que estava custando suas relações familiares. Agora sofria preconceito, um preconceito antigo, enraizado em antigas práticas de uso do corpo para o prazer.
E o futuro? Era ali, amanhã. Uma colaboração, o convite para uma cena mais ousada. Seis meses depois, produzia conteúdo com cenas completas de sexo e recebia um convite para estrelar uma cena sob o selo de um importante site de conteúdo adulto. Ganhou em euro. Viajou o mundo. Voltou cheio de presentes para a família. Aceitaram com uma certa frieza, um distanciamento que ainda doía, mesmo passando meses longe. Escolhas. Continuava solteiro, não conhecera ninguém que valesse a pena. E se conhecesse, esse alguém o entenderia? Como adaptar esse estilo contemporâneo de vida a uma relação, mesmo aberta, mesmo libertária? Em casa, entrou no seu quarto. Sua cama e armários disputavam espaço com aparelhagem de iluminação, pedestais. Sentou-se na cama, olhando o celular. Precisava gravar alguma coisa, subir à plataforma, mesmo com algumas economias, precisava fazer algo para compensar passar o mês aguardando novos convites internacionais. Se é que eles viriam mesmo. Olhou nas mensagens: contatos profissionais. Outros produtores de conteúdo interessados. Na plataforma, os lucros já estavam constantes. O número de assinaturas, ainda que discretamente, crescia. Isso era bom. Mas estava nostálgico, sentindo falta de coisas que nunca valorizara até que passaram de fato a fazer falta: Natais em família, conviver com os sobrinhos, vendo-os toda semana, curtir com eles, já que era o tio influencer que conhecia todo mundo… De repente isso ficou para trás. Era um pária, porque optara por usar seu corpo sem certos limites morais.
Por outro lado, sentia-se livre porque não tinha mais obrigação de sustentar uma moral que não o representava. Não fazia questão de fazer algo que todos achavam certo. Fazia algo entendido por errado, pecaminoso, proibido. Mas esse proibido alimentava o desejo de tantos. Era desejado, bajulado. Quando ficava triste, abria a seção de comentários do último post cheio de sensualidade, chamando para assinar o conteúdo privado. Havia o ódio de muitos: conservadores, religiosos. Lidava com denúncias e até com constantes tentativas de cancelamento de suas contas em redes sociais. Devia haver alguma horda que gastava tempo denunciando fotos, comentários ou outras coisas assim. Uma ou outra vez conseguiram derrubá-lo, mas como usava um perfil verificado e com sólida segurança, conseguira recuperar suas contas, tendo amargado uma ou outra semana de prejuízo na sua comunicação com o público. Pensar nesse e em todos os desafios de viver parcial ou quase totalmente online o deixavam um pouco distraído da saudade da família. Talvez esse mundo fosse mais adequado com aqueles que foram abandonados, ou já tinham previamente rompido com a família.
Agora, estava colhendo frutos doces e amargos. O Natal se aproximava, novamente. Novembro já estava nos seus últimos dias. Pensava em como se aproximar dos seus. Começou a olhar uns presentes legais para levar para seus sobrinhos e irmãos em sites de compras. Queria muito um abraço da mãe. Outro do pai. De repente, veio essa ideia. Iria pedir isso a eles. Um abraço, queria ser acolhido. Era só pedir. Fez isso. Mandou para a mãe um áudio expressando seu desejo. Estava em lágrimas quando disse as últimas palavras. Minutos depois a mãe respondeu, dizendo que o esperava lá na casa dela, tomariam um café, conversariam um pouco. Era folga do seu pai. Olhou a mensagem, sorrindo e chorando. Iria imediatamente. Só precisava cancelar com o rapaz que viria para fazer mais uma sessão de fotos para a plataforma. Remarcariam para o outro dia o lucrativo ensaio erótico com vídeo solo…
Por Alex Mendes
para sua coluna CECI NE PAS UN AUTEUR
Respostas de 5
Que texto bom! Olha, amei do começo ao fim!
Obrigado, se você gostou, então é porque ficou bom, bons leitores têm sempre as opiniões mais importantes!
Que isso hahahahahahahahaha
No mais você é um ótimo escritor Alex, te vejo como um bom exemplo a ser seguido. <3
Uau, que texto legal! Gostei demais da abordagem, sem simplificações e maniqueísmos. Muito tocante mesmo.
Obrigado, que bom que gostou. É um privilégio ter uma leitura sua num texto meu. Abraços, amigo!