
De bar em bar
Paulo André Lima fala sobre o livro “Guapa”, de Saleem Haddad, e relembra o quanto um bar gay foi importante para seu amadurecimento.

Paulo André Lima fala sobre o livro “Guapa”, de Saleem Haddad, e relembra o quanto um bar gay foi importante para seu amadurecimento.

Sérgio Lourenço nos traz a sugestão da série documental “Hot Girls Wanted: Turned On”, do Netflix, e discute a pornografia feminista.

Natália Barbosa nos traz uma crônica sobre os tempos que vivemos, no qual o egoísmo faz escola e o sofrimento alheio é apenas isso.

“Os mortos recebem mais flores do que os vivos”, e com esta frase de Anne Frank, Daniela Houck nos traz uma reflexão sobre o luto.

Alexandre Stábile Lime nos traz hoje de uma surpreendente comédia dramática LGBTQIA+, o filme “Café da Manhã em Plutão”.

Raphaelly Bueno faz uma reflexão sobre nossa atual realidade em que o mundo está enrentando uma grande praga de falta de empatia.

Dan Barroso aborda como o machismo estrutural dentro da comunidade gay tem criado um ciclo de oprimido e opressor.

A Advocacia Geral da União (AGU) entrou com um “recurso” que pode por em risco a lei que equaliza a homotransfobia a crimes de racismo.

“Estamos todes, em níveis diferentes, doentes. Individualmente ou no coletivo”. Assim Luciana aborda questão do dia a dia que nos adoece.

Sérgio Lourenço fala sobre a solidão que pessoas LGBTQIA+ tem tendência de enfrentar e como as redes sociais e os “likes” pioram a situação.

Em meio às carências afetivas que as redes sociais tem causado na sociedade é importante saber que curtida e afeto são coisas distintas.