
Poema do Curtume
afia a facana escolanão paraa mortenão paraa feridaafia a facafiandocosturaafia e acariciaacaricia e fiaafia a facacabralinacabra da pestee corta a rapadurae corta o requeijãoretirada a

afia a facana escolanão paraa mortenão paraa feridaafia a facafiandocosturaafia e acariciaacaricia e fiaafia a facacabralinacabra da pestee corta a rapadurae corta o requeijãoretirada a

não diria para o amor emagrecer,nem para vestir ou nãotal ou qual roupa.não investigaria onde o amor iria,nem contaria suas horas,mesmo que em demoras.não serviria

Como quem brinca na areia o menino me diz que traduz Homero. Como quem ergue castelos vejo o menino construir quimeras. Quisera quem dera oxalá

se você quer saber vou começar a destruir você e não vai ser perante os outros não será publicamente vou começar a destruir você com

do quintal americano latino onde o menino está ele não brinca. ele vê a matriz brincar. o quintal tem toda sorte de suprimentos para a

“É… só tinha que ser Com você…” Tom Jobim Faço lista, triagem Mapeamento. Constelação de pintas Sardas Ficou mancha. Movido comovido Animado De caráter disposto.

qual é esse fascínio da cabana de índio feita de cobertor, lençol e almofada? filme de bang bang na televisão? fantasia de menino? qual é

e não me deram respostas os vãos de pedras as bolas de gude, a cola de farinha, as balas de goma e os beijos da

e de fundir fundido na fundiçãoele se fez fodido.não era buraco, não eraumbigo, nem cisão.troca de linha do verso,mas não o reverso, nemo lugar comum.rutura

o salgado nas mãos do menino parece maior do que nas minhas invejo o salgado sendo comido pelo menino ou invejo o tamanho dele ou

Meu irmão comemora A vitória da esquerda Na França neste domingo Depois de chorar No sábado a véspera Do terror da extrema-direita Vencer Meu